CAPÍTULO 19
CAPÍTULO 19
Peach voltou naquela tarde, sentindo-se revigorado após seis dias em fuga. Assim que desfez as malas, ligou para o gerente de Tawan para agendar uma nova sessão de fotos para o dia seguinte. O contrato de Tawan já cobria a possibilidade de um dia extra de filmagem, embora tipicamente apenas um fosse alocado. Se as coisas dessem errado novamente, Peach teria que cobrir os danos ele mesmo, sem mencionar o quanto isso poderia manchar a reputação da empresa. Não seria um desastre completo, mas era definitivamente algo que ele queria evitar.
Na manhã seguinte, Peach estava do lado de fora do Estúdio 4 com sua confiável câmera pendurada em um ombro e uma bolsa carteiro cheia de itens essenciais.
Seu estilo de trabalho relaxado de sempre estava em plena exibição, nada fora do comum. O que era incomum, no entanto, era a figura imponente parada rigidamente ao lado dele, braços cruzados, exalando uma leve aura de autoridade e tensão. Ele não tinha tirado os olhos de Peach por um único segundo.
— Você quer que eu abra o Estúdio A para você? — O CEO ofereceu seriamente, sua testa franzida de preocupação. — Devo pedir mais equipamentos? Posso mandar trazerem correndo agora mesmo.
— Não, obrigado. — Peach rejeitou a sugestão instantaneamente, seu tom firme. — Só de ter você aqui falando comigo já me torna um alvo.
Ele podia praticamente sentir os olhares curiosos queimando nele. Mesmo que esses olhares estivessem mais cheios de preocupação e simpatia do que ciúmes, eles ainda o deixavam desconfortável.
A conversa deles permaneceu sussurrada, garantindo que ninguém mais pudesse ouvir. Da perspectiva de um estranho, tudo o que viam era o CEO sério e autoritário dando instruções breves e precisas.
Parado ao lado do mafioso estava o fotógrafo muito menor, mal alcançando seu ombro. Peach exibia um sorriso fraco e inquieto, claramente preocupado com a situação. Dado o incidente explosivo na última reunião, todos os espectadores naturalmente assumiram que o CEO estava lá para intimidar o jovem fotógrafo.
Ele estava acostumado a estar sob um olhar atento, embora desta vez, a maioria dos olhares não fosse direcionada a ele, mas ao homem ao seu lado. Ele estava de bom humor depois de ver Peach logo de manhã, mas agora a irritação fervilhava sob a superfície. Enquanto isso, Peach, muito menos acostumado a ser o centro das atenções, ficava mais desconfortável a cada segundo.
— Eu não quero que você tenha problemas. — O chefe da máfia murmurou em clara desaprovação. Ele já tinha feito muito para pressionar Wivit e não via razão para Peach sofrer por isso também.
Mas o homem menor balançou a cabeça firmemente. Peach não apenas parecia imperturbável, mas também tinha um brilho de excitação nos olhos.
— As pessoas vão pensar que estou usando conexões. — Peach deu de ombros, seu sorriso se alargando de brincadeira. — Já fui pressionado antes, então não vou me rebaixar ao mesmo nível. Além disso… — Seus olhos brilharam maliciosamente. — Você não acha que isso torna as coisas um pouco mais... emocionantes?
O olhar intenso de Thee suavizou com aquele sorriso, e a atmosfera pesada que ele irradiava pareceu diminuir. Todos ao redor deles finalmente sentiram que podiam respirar um pouco mais fácil. Seu rosto afiado e estoico parecia conter o mais leve indício de um sorriso, embora mal perceptível.
— Eu confio em suas habilidades. — respondeu ele uniformemente, embora Peach pudesse sentir seu humor melhorando. Depois de trocar alguns gestos breves com outros no set, Thee virou-se e saiu, permitindo que o ar tenso ao redor do estúdio se dissipasse totalmente.
À medida que as coisas voltavam ao normal, rostos familiares da equipe se aproximaram de Peach, dando-lhe tapinhas de apoio no ombro. Alguns até ofereceram palavras de encorajamento, embora ele não conseguisse entender o porquê. Ele as aceitou com um sorriso educado, ainda confuso. Até Plub veio com os olhos marejados e o envolveu em um abraço apertado, sussurrando ferozmente:
— Seja forte, ok? — Antes de morder o lábio para segurar um soluço.
Que diabos está acontecendo agora?
Peach se perguntou, mas não se preocupou em questionar. O tempo estava acabando, então ele se concentrou em preparar o estúdio. Ele havia trazido um pequeno cordão de luzes de fada para melhorar o ambiente da sala, juntamente com um tecido transparente emprestado do departamento de arte, pronto para trabalhar sua magia criativa.
A principal razão pela qual Peach se recusou a mudar de estúdio foi que ele sentiu que forçar o outro lado dessa maneira seria muita pressão. Se ele voltasse e exigisse um estúdio maior, isso provocaria comparações intermináveis e acusações de favoritismo. Honestamente, só de saber com o que ele estava lidando de antemão já parecia trapaça.
Se ele queria que Wivit aceitasse a derrota de forma justa, a única maneira era lutar no mesmo campo de jogo.
Não demorou muito para o jovem ator chegar. Suas longas pernas o levaram para o estúdio, uma carranca estampada em seu rosto afiado e bonito. No entanto, quando seu olhar pousou no fotógrafo familiar atrás da câmera, sua carranca pareceu relaxar ligeiramente, apenas para vincar novamente em irritação um momento depois.
Peach balançou a cabeça, praticamente ouvindo a tempestade de pensamentos girando na mente do ator. Às vezes, ele se perguntava se as pessoas perdidamente apaixonadas eram profundamente irracionais.
Ele poderia, por favor, apenas ouvir a razão uma vez?
Afastando esse pensamento, ele voltou o foco para a tarefa em mãos. Hoje era sua única chance, meio dia, para ser exato. Não havia espaço para erros.
A filmagem correu bem. As fotos saíram exatamente como ele havia imaginado e, em duas horas, o trabalho estava feito. Enquanto revisava as fotos finais em sua câmera, deixou um dos assistentes acompanhar Tawan para trocar de roupa de volta para suas roupas casuais.
Ele estava tão absorto em verificar as imagens que não notou a sombra rastejando em sua luz até que ela bloqueou completamente a tela. Olhando para cima, encontrou-se cara a cara com um jovem pequeno, de pele clara, com olhos grandes e brilhantes e um rosto irresistivelmente fofo. Se Aran era a definição de beleza, esse garoto era adorável.
Havia apenas um problema: Peach tinha quase certeza de que este era o novo fotógrafo em tempo integral de Wivit, aquele contratado para substituí-lo. E, por mais que tentasse, não conseguia entender o porquê de o cara estar ali, sorrindo para ele, seus olhos praticamente brilhando como estrelas.
O que era ainda mais desconcertante era que o garoto o cumprimentou em voz alta ali mesmo, na frente de toda a equipe. Todos que ainda estavam no estúdio sabiam exatamente quem ele era e por que estava ali. Então... o que isso deveria significar?
— Oi! Meu nome é Trend. — O jovem fez uma reverência educada, seu comportamento respeitoso tornando impossível para Peach ignorá-lo.
— Peach. — Ele assentiu, mantendo a brevidade. A julgar pelo rosto de bebê do garoto, ele provavelmente era mais jovem. Ainda assim, Peach permaneceu em guarda, ele não tinha ideia se essa abordagem era amigável ou algo mais calculado.
Afinal, Trend estava na equipe de Wivit. Peach fora retirado do projeto no meio do caminho, seu nome apagado e substituído. Esperar que essa saudação repentina fosse pura e inocente parecia... ingênuo.
— Ouvi muito sobre você, P’Peach[1]. — disse Trend, usando o prefixo tailandês respeitoso para um mais velho. — Não poderia perder a chance de ver você trabalhar pessoalmente hoje. Como um iniciante tentando aprender, espero não estar atrapalhando. — Ele inclinou a cabeça com um sorriso encantador e adorável, mas Peach só se sentiu mais tenso.
[1] P’: abreviação de Pi, é a forma de se referir a pessoas mais velhas. Também pode significar “irmão mais velho”.
Honestamente, lidar com a hostilidade óbvia de Wivit teria sido mais fácil do que enfrentar um sorriso que ele não conseguia ler. Ele forçou um sorriso rígido em troca, mas não disse nada.
Trend, aparentemente imperturbável, respirou fundo e se aproximou, esticando o pescoço para olhar a câmera pendurada no pescoço de Peach.
— Uau! Essas fotos são incríveis! Totalmente fora do meu alcance.
Peach franziu a testa e instintivamente deu um passo para trás. Ele odiava quando pessoas em quem não confiava invadiam seu espaço pessoal. Mesmo com Aran, a quem ele considerava família, ele mantinha certos limites. Isso estava longe de ser aceitável.
— Elas ficariam mais nítidas em um computador. — murmurou ele, dando outro passo para trás. Seus ombros pareciam tensos, e seu aperto na câmera tremia ligeiramente.
Trend riu desajeitadamente antes de mudar para verificar as imagens no computador. Seus olhos brilhavam de admiração, embora um lampejo de inveja cruzasse seu rosto.
Peach, extremamente sensível às emoções das pessoas, podia perceber que o espanto de Trend era genuíno, mas o ressentimento disfarçado também era. Então, quando o outro se virou com mais um sorriso brilhante e inocente, Peach só se sentiu mais desconfortável.
— Elas são realmente impressionantes, mesmo sem edição. — exalou Trend em reverência, claramente hipnotizado pelas imagens. — Sempre quis ser fotógrafo. Tive ótimas notas na escola, mas depois que me formei... tem sido difícil.
— Você se formou em fotografia? — respondeu Peach finalmente, mantendo a conversa agora que Trend havia recuado para a tela do computador. Ele ainda se sentia desconfortável, mas não pôde deixar de ficar curioso sobre os motivos de Trend.
— Sim! Formei-me em Artes da Comunicação com especialização em Fotografia. — O sorriso orgulhoso de Trend se alargou. — Onde você se formou?
A testa de Peach franziu ligeiramente, seus olhos se estreitando à medida que as peças começavam a se encaixar.
— Eu não me formei nisso.
— Sério? Você é tão talentoso. Pensei que você tivesse estudado fotografia! — exclamou Trend com o que parecia ser surpresa genuína, sua expressão tão perfeitamente inocente que parecia quase calculada. — Eu estava me perguntando o motivo de eles não terem te contratado em tempo integral aqui. Você é tão bom... como o Vit pôde deixar alguém como você escapar?
Peach levantou calmamente a câmera, depois cruzou os braços e encostou-se casualmente na borda da mesa. Seus lábios se curvaram em um sorriso de lobo, do tipo que faria sua irmã mais nova gritar de horror, não de prazer.
Que sorriso terrível.
— Sou bastante exigente com os trabalhos que aceito. Ser freelancer é bom, você pode escolher que trabalho aceitar. Não precisa receber ordens de ninguém. — Peach deu de ombros casualmente. Seu tom era leve, livre de tensão. — E honestamente, ninguém nunca me perguntou sobre meu diploma ou GPA ao me contratar. Mas é uma pena. Eu me formei em Estudos Alemães com honras, mas nunca consigo me gabar disso. Ele fez uma breve pausa antes de acrescentar com um leve sorriso: — Mas como você disse, este trabalho é sobre habilidades, não qualificações, certo?
As bochechas do homem mais jovem coraram de um rosa profundo, suas mãos delicadas cerradas em punhos. Seus grandes olhos brilhavam com lágrimas não derramadas, fazendo-o parecer tão lamentável que qualquer um assistindo poderia pensar que Peach estava intimidando algum novato indefeso.
O sorriso de Peach se alargou ligeiramente, seus olhos se curvando em algo perigosamente gentil. Lentamente, ele levantou a mão e enxugou suavemente uma lágrima da bochecha corada de Trend com a ponta do dedo. Gentil, quase terno.
Trend não era apenas um fotógrafo autodidata tateando seu caminho pelo ofício. Se isso fosse um jogo de simulação, Trend havia chegado anos tarde demais para tentar igualar sua habilidade.
— Eu sei que você está chateado, mas não se preocupe. Fotografia é tudo sobre prática. Seu trabalho não é ruim, só precisa de espaço para crescer.
A voz de Peach suavizou para algo caloroso e tranquilizador, projetado para atrair simpatia dos espectadores que agora lançavam olhares preocupados para eles. Peach estendeu a mão e gentilmente pegou a mão trêmula de Trend na sua. Seu sorriso suave vacilou por apenas um segundo, mas se manteve firme.
— Se você quiser algum conselho, não hesite em me perguntar. Ficarei feliz em ajudar.
No momento em que ele terminou de falar, uma súbita dor aguda atravessou seu pulso. Seu corpo inteiro foi puxado para trás, fazendo-o tropeçar até que sua cabeça colidiu com algo sólido, uma parede quente e inflexível que não deveria estar lá.
Piscando em confusão, Peach lutou para recuperar o equilíbrio. Ele olhou para o aperto de ferro em torno de seu pulso, dedos fortes e implacáveis. Lentamente, seu olhar viajou para cima, da manga do terno preto esticada sobre músculos firmes para um rosto cinzelado retorcido em uma carranca feroz, olhos escuros queimando com fúria mal contida.
Só então ele percebeu que a “parede” era Thee. Parado tão perto que seus corpos quase se tocavam. A carranca de Thee estava desenhada em uma linha dura, sua expressão irradiando um desdém tão intenso que Peach momentaneamente esqueceu como reagir.
Apesar do aperto forte, não havia dor real, apenas uma contenção firme, como se Thee tivesse cuidado para não machucá-lo enquanto tornava a fuga impossível.
Depois do que pareceu uma eternidade, o olhar gelado de Thee mudou para Trend, prendendo o homem menor no lugar com um olhar tão frio que poderia congelar qualquer um no local. Frio, calculista e totalmente desprovido de calor, carregava uma ameaça tácita que fez a respiração de Trend engatar.
— O que está acontecendo aqui? — A voz baixa e firme de Thee cortou o ar como uma lâmina, sua calma mortal misturada com uma pressão intimidadora.
A boca de Trend se abriu como se fosse gaguejar uma desculpa, mas o medo o enraizou no lugar. Ele não conseguia falar... não conseguia nem pensar. Tudo o que ele queria era correr.
Enquanto a tensão aumentava ao redor deles, Peach simplesmente olhou para Thee com pura perplexidade, completamente imperturbável pela atmosfera sufocante. Internamente, ele não pôde deixar de se perguntar: Que diabos aconteceu desta vez?
Thee ainda parecia aterrorizante, como se pudesse matá-lo em um acesso de raiva. Mas a mão segurando seu pulso, embora firme, era cuidadosa, deliberada. Uma garantia silenciosa infiltrou-se nele, sussurrando que as coisas ainda estavam sob controle, mesmo que ele não tivesse ideia do que havia desencadeado a súbita explosão de Thee.
— Sr. Thee, acalme-se, ok? — Peach gentilmente pressionou os dedos contra as costas da mão de Thee, ainda segurando seu pulso. — Algo está te incomodando?
O olhar afiado de Thee voltou para ele. Peach inclinou a cabeça, genuinamente intrigado. O chefe da máfia soltou uma risada baixa e gutural antes de perguntar friamente:
— Eu não deveria estar perguntando o que vocês dois estavam fazendo? Ficando tão perto... você não tem vergonha?
Peach olhou para ele, inexpressivo. Essas palavras soavam como algo saído diretamente de uma novela ruim. Ele decidiu ignorar e responder apenas o que parecia importante.
— Eu estava apenas dando alguns conselhos de fotografia a um jovem fotógrafo. — explicou ele, parando para olhar ao redor. Eles estavam definitivamente chamando a atenção novamente, graças à presença imponente de Thee praticamente o enjaulando na frente de todos.
Peach suspirou internamente e mudou de marcha.
— Você veio porque queria ver as fotos, certo? — Ofereceu ele gentilmente. — Por que não se senta enquanto eu as pego para você?
Sem esperar resposta, Peach puxou cuidadosamente o pulso para se libertar, seus grandes olhos brilhando com um charme praticado. Thee hesitou brevemente antes de afrouxar o aperto, deixando-o ir.
Peach deu-lhe um pequeno e respeitoso aceno de cabeça e se virou, caminhando de volta em direção ao jovem fotógrafo em tempo integral.
Trend ainda estava parado no mesmo computador, punhos cerrados, embora seus olhos praticamente queimassem de determinação. Peach o observou por um momento antes de se aproximar e limpar a garganta para tirar Trend de seus pensamentos.
O homem menor estremeceu ligeiramente e se virou rapidamente. O sorriso forçado e falso que ele usou antes se fora há muito tempo, embora ainda houvesse um leve tremor em seu corpo. Seus olhos, no entanto, estavam vivos. Peach podia dizer, ele realmente amava fotografia.
— A arma de um fotógrafo... é sua câmera. A primeira coisa que você precisa dominar é conhecer sua arma por dentro e por fora. — disse Peach baixinho, quase como se falasse consigo mesmo. Parecia ridículo, como algum tipo de espírito guardião, mas ele seguiu em frente. — É verdade que câmeras caras têm melhor qualidade. Mas se você não conhece sua arma, se não entende do que ela é capaz, você não será capaz de usá-la efetivamente, mesmo que seja uma câmera de nível divino.
O tremor de Trend desapareceu, substituído por uma determinação afiada que iluminou seus olhos, sua compostura se encaixando no lugar como uma espada desembainhada de sua bainha.
— Não é apenas sobre ler o manual do fabricante. A verdadeira compreensão vem da experiência prática. Você precisa saber o que funciona e o que não funciona, é isso que realmente importa.
Peach soltou um pequeno suspiro, passando a mão pelo cabelo curto já bagunçado, tornando-o ainda mais indisciplinado.
— Depois disso, tudo se resume à experiência. Vou postar o cronograma de fotografia no quadro da equipe. Você pode vir se quiser assistir, mas só para você saber, eu não vou sentar e te ensinar. Descubra você mesmo.
A cabeça de Trend se ergueu, seus olhos queimando com renovada resolução, embora seus lábios permanecessem firmemente pressionados como se contivessem uma inundação de emoções.
Peach viu o fogo em seus olhos e decidiu que era o suficiente. Ele se virou, ignorando completamente o homem menor. Ele podia ver que Trend amava fotografia, mas onde essa paixão o levaria a partir de agora, isso dependia inteiramente dele.
No entanto, quando Peach se virou, congelou.
Parado imóvel estava Thee, o imponente chefe da máfia que, em vez de recuar para o sofá como Peach havia sugerido, agora estava de pé com os braços cruzados, olhando diretamente para ele. Ainda ao alcance do braço, aqueles membros longos prontos para pegá-lo em um instante se ele quisesse.
Ótimo.
Acabei de lidar com um problema, agora vamos para o próximo.
FIM DO CAPÍTULO